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Odisseia do Mega Drive

Autor: Roberto Lucrezia

Acho que grande parte de quem coleciona games e teve a experiência de ter algum console entre os anos 80 e 90, sabe que, para ter um novo vídeo game você precisava vender o anterior e assim por diante, pois não era nada barato comprar um vídeo game novo.

Com certo peso na consciência em se desfazer de um console que lhe deu tantas horas de diversão, tudo acabava valendo a pena para estar com um hardware mais atual.

No meu caso, algumas compras ou negociações não me marcaram tanto. Compra em loja (Master System) ou de um console usado de um primo (Super Nintendo), mas nenhum deles me marcou tanto como a compra de um Mega Drive.

Na época eu tinha um Master System 3 Compact com Alex Kidd na memória que foi adquirido em uma loja da cidade (Hipermercado Vitória, que fechou).

Este Master System foi vendido para uma tia. E com o dinheiro na mão comecei uma caçada ao Mega Drive usado, pois novo na loja não teríamos como alcançar o valor.

Vasculhando os classificados dos jornais locais encontrei um Mega Drive com 1 cartucho e 2 controles. Não me recordo do preço, mas lembro exatamente do endereço, que é caminho entre a cidade vizinha, então cada vez que vou até lá passo por essa rua e sempre lembro do Mega Drive e da odisseia até pegá-lo.

Na época tínhamos apenas bicicleta e lá fomos nós, minha mãe com meu irmão na garupa em uma bicicleta e eu em outra. Hoje com o Google Maps pude calcular a distância, foram 14,4 Km percorridos aproximadamente 1 hora de pedalada considerando ida e volta.

Chegando lá a mãe do garoto que estava vendendo o Mega prontamente nos ofereceu água, percebendo que estávamos bem cansados. Depois de recuperar o fôlego fui ver o console, o cartucho era do Mortal Kombat 2 que apesar de paralelo rendeu muitas e muitas horas de jogatina. O Mega Drive era da versão 2 da TecToy, e estava muito bem cuidado.

Depois de fechado o negócio voltamos pra casa, e eu feliz da vida ansioso pra chegar em casa e jogar.

Esse Mega Drive foi muito bem aproveitado, e a venda dele foi uma das mais difíceis pra mim, afinal para chegar até ele praticamente atravessamos a cidade, uma verdadeira odisseia em família.

Quando iniciei minha modesta coleção, o primeiro console retro a ser adquirido teve que ser o Mega Drive, desta vez uma versão japonesa, e o considero um dos meus itens mais importantes por esta memória maravilhosa.

Meu primeiro Dactar que não era meu?

Autor: Roberto Lucrezia

Lá pelos anos 80, provavelmente entre 86 e 88, ao receber meu pai chegando do trabalho como sempre, sou surpreendido ao ver ele tirar de dentro de sua jaqueta de couro (possuía moto na época) um vídeo game. Ele volta e meia trazia alguma coisa bacana nessa jaqueta, parecia uma cartola, pois até um papagaio saiu dela. Eu mal entendia que era um clone de Atari, um Dactar. Com ele um joystick e o cartucho Q*bert.

Jogamos praticamente a noite inteira e madrugada a dentro apesar de apenas 1 jogo, ambos fomos aprendendo a mecânica do jogo na raça e que apesar de sua simplicidade foi um momento único que guardo muito bem na memória até hoje. Fui dormir feliz da vida afinal já no primeiro dia jogamos muito, e mal podia esperar para o dia seguinte.
Ao acordar pela manhã não encontro mais o console instalado na TV e pergunto para minha mãe, cadê o meu vídeo game?

Resposta dela: “Seu pai pegou emprestado com um amigo de trabalho, e teve que devolver.”

Enfim, tive um Dactar por uma noite apenas, não me recordo se demorou muito mais para ele comprar, mas pra mim foi uma eternidade. O Dactar de uma noite marcou muito mais a minha infância do que o posterior, talvez por aquele momento único jogando com meu pai, fato que só se repetiu quando conseguimos comprar um Mega Drive, mas isso fica para uma outra história.

VJB

Autor: Eduardo Loos

Gramado, na Serra Gaúcha, é um dos destinos turísticos mais procurados do Brasil. Gastronomia, belezas naturais, museus e seu clima de montanha, estão entre seus atrativos. Em julho de 1987, um grupo de amigos viajou com suas famílias até lá. Saíram de Brusque, Santa Catarina, com destino ao Hotel “Laje de Pedra”, um dos mais tradicionais da região. Meus pais estavam neste grupo, onde meu irmão Klaus e minha irmã, Marina também estavam, junto com vários amigos, que eram filhos das demais famílias do grupo.

O Hotel era excelente, estendendo-se por uma grande área, com diversas atrações para os hóspedes. Mesmo com a cidade oferecendo inúmeras opções de passeios, você poderia passar um bom tempo hospedado, entretido com as piscinas aquecidas, quadras de esportes, trilhas para caminhada e algo que chamou a atenção, não só minha, mas como de meus amigos: na sala de jogos haviam um “Fliperama” (como chamávamos os arcades naquela época) !

Sim, quando adentramos ao recinto, nossos olhos brilharam: “Commando”, “Karate Champ”, “Tokio”, “Rally X”, “Xevious”, “Galaga”, entre outros. No canto da sala, um gabinete novinho de “Pole Position” (como o adesivo “Mil Milhas”, como a Taito do Brasil nomeava o jogo na época, por aqui).

Aquela mistura de sons, de todas aquelas máquinas, em uma fase de ouro dos arcades, ainda soa como uma sinfonia em minhas lembranças. Por nossa sorte, as fichas para jogar nas máquinas custavam pouco. Tinham um preço especial para os hóspedes. Então uma gorjeta de nossos pais nos permitiam jogar muitas e muitas vezes.

Meu irmão Klaus, na época piloto profissional de Kart, tinha o “Pole Position” como seu jogo favorito. E ele tinha bom gosto, pois aquele jogo era sensacional. Mesmo sendo de 1982, era muito bem-feito e seu realismo e efeitos sonoros impressionavam.

Após nos instalarmos nos quartos, reconhecermos a área do Hotel, iniciamos os passeios pela cidade, mas querendo logo retornar, para poder jogar. Imediatamente fui pra máquina de “Commando”, que na época era ´novidade´. Meu irmão foi fazer sua primeira corrida, cravando um terceiro lugar na classificação geral. Um detalhe logo chamou sua atenção: todos as iniciais de jogadores com as cinco primeiras posições, eram as mesmas – VJB. De início pensamos que seriam as iniciais padrão, de quando você ligava a máquina e a classificação estava zerada para aquele dia. Klaus jogou mais algumas vezes, melhorando seu tempo, colocando suas iniciais – KPL – em diversas posições do ranking.

No dia seguinte, após o café da manhã e antes de um passeio, fomos até a sala de jogos. Uma das máquinas estava com defeito. Colocávamos as fichas e não iniciava os jogos. Então logo chegou um funcionário do Hotel, um senhor de bigode, que carregava um molho de chaves pendurado em seu cinto. Com uma das chaves, abriu a parte coletora de fichas, logo consertando o problema. Meu irmão foi fazer uma corrida com uma ficha apenas. Fez um ótimo tempo, podendo colocar suas iniciais no ranking. E novamente, entre as primeiras posições, todas eram “VJB”. Klaus me disse que aqueles tempos, do primeiro, segundo e terceiro lugares, eram muito baixos, difíceis de serem alcançados. Teria que fazer uma corrida “perfeita”, sem errar nenhuma curva ou troca de marcha.

Aquilo o deixou intrigado. Passou a frequentar mais a sala de jogos do que nós, “nerds” habituais de micros e consoles domésticos. Em certo momento, conseguiu um segundo lugar no ranking. Vibrou com suas iniciais ali na tela. Mas sua alegria não durou muito. Naquele mesmo dia, a noite, “VJB” estava novamente ocupando as primeiras posições, jogando “KPL” para um modesto quinto lugar. Foi quando nos demos conta que não eram iniciais da máquina, configuradas de fábrica, mas sim, de alguém no hotel, muito habilidoso (e competitivo).

Na manhã seguinte, a revelação. Um de nossos amigos, que havia acordado cedo e já frequentara o fliperama antes do café da manhã, nos trouxe a novidade: “VJB” era o técnico que havia consertado a máquina no dia anterior ! Ele era o primeiro a chegar na sala de jogos. Ligava todas as máquinas, recolhia as fichas, pois tinha todas as chaves das mesmas. E em seguida, sentava-se no Pole Position e ficava por algumas corridas ali.

Meu irmão, sabendo agora que seu algoz era real, passou a jogar ainda mais, levando a sério cada corrida, dando tapas no volante a cada erro cometido. Mas todo este treinamento valeu a pena. Naquela noite, o hotel realizou um bingo, na sala de convenções, próximo da sala de jogos. Quem estava cantando as pedras ? O próprio “VJB”. Era a deixa que Klaus precisava. Com diversas fichas na mão, jogou até conseguir realizar a corrida que estava almejando: o primeiro lugar no ranking! Anotamos o tempo que ele conseguira naquela corrida. Mais tarde, eis que “VJB” chegou e parou ao lado da máquina. Claramente foi checar o tempo e as iniciais e percebemos um belo sorriso, movimentando seu bigode de uma forma inconfundível, ao perceber que ele havia sido batido no jogo. Ele tentou disfarçar, mas olhou ao seu redor para tentar identificar quem era o dono daquele feito.

O dia da despedida chegou. Todos nós voltaríamos para casa, mas claro, não sem antes gastarmos as últimas fichas que haviam sobrado. Ao entrarmos na sala de jogos, nos deparamos com ele, “VJB”, jogando. Ficava engraçado com aquele terno justo e sapato que brilhava mais que as telas dos jogos no recinto. Ele tentou desesperadamente, mas não bateu o tempo que ele almejara desde o dia anterior. Estava nítido seu descontentamento. Ao sair da máquina, deixou o recinto por um tempo. Klaus foi fazer uma última tentativa e fez uma ótima corrida, colocando suas iniciais na primeira posição até aquele momento. Ao tirarmos nossos olhos do jogo, “VJB” estava em pé, atrás da máquina, balançando positivamente sua cabeça. Percebera naquele momento quem era seu oponente.

Tivemos que sair correndo, pois todos já aguardavam no lado externo, colocando as malas nos carros. Todos instalados, iniciamos a viagem, passando ao lado da entrada da recepção. “VJB” estava no lado de fora, e com um sorriso, acenou pra todos nós.

Nunca soubemos o seu nome ou o significado de “VJB”. Poderia ser Valério, Valdir ou Venâncio, mas nós e principalmente meu irmão, soubemos a emoção que aquela disputa trouxe. Uma rivalidade velada e o reconhecimento final entre grandes competidores.

O grupo RetroSC agradece a todos que prestigiaram nosso evento online.
Foram 3 lives, com mais de 6 horas de muitas informações e novidades, com mais de 2300 exibições. Além de um vídeo mostrando algumas coleções do grupo.
Torcemos para que em 2021, possamos retomar nossos eventos presenciais.
Muito obrigado aos colegas que participaram e a todos que ajudaram na organização.

Programação da RetroSC 7 online

Começou a semana da 7ª RetroSC, com programação de terça a sábado (20/10 a 24/10).
Vejam as lives e toda a programação da semana.

Terça (canal Warpzone) 21:00
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Cleber Marques (Warpzone)
Saulo Santiago (Falconsoft/CloNES)
Eric Fraga (Cosmic Effect)
Eduardo Loos (RetroSC)
Fabio Michelin (GamesCare)
Fabio Reis (WarpZone)

Quarta (canal Oldplayers) 20:00
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Emerson Branco (Oldplayers)
Daniel Campos (RetroPC)
Luciano Scharf (RetroSC)
Edson Godoy (VGDB)
Leo Rosa (RetroSC / Datassette)
Marcus Garrett (Jogos80 / Bitnamic)

Sexta (Clube MSX) 20:00
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Mario Cavalcanti (ClubeMSX)
Juliano Constantino (RetroSC)
Erico Fritzen (RetroX / RetroSC)
Ricardo Wilmers (RWS Boxes)
Filipe Gracioli (ShmupsBR)
Ricardo Silva (Odyssey Br)

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Quinta-feira – 19:00 em diante
Lives de vendas da Casa do Videogame e Mr. Games, comemorativa RetroSC 7

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Sábado:
A partir de 14:00, google meet do grupo RetroSC. Vamos nos reunir e bater papo !!!

No nosso canal do YouTube, vídeos das coleções dos membros do grupo.

Três Erros

Autor: Jefferson Luiz E. de Borba

É da natureza do colecionismo termos certa vaidade. Não dá para negar que uma estante bonita com os cartuchos originais enfileirados e bem conservados traz um orgulho que é uma das justificativas para seguirmos comprando velharias, ao invés de adotar um everdrive de vez, para bem das nossas contas bancárias.

Do mesmo modo, gostamos de expor nossos troféus, nossos achados, os bons negócios que fizemos, as raridades que encontramos a preço de banana.

Mas qualquer moeda tem dois lados. Se todo o colecionador já teve uma verdadeira boiada inacreditável, dificilmente não cometeu também erros, fez mau negócio, ou perdeu algum item valioso.

Minha experiência como colecionador começou em 2002, adquirindo jogos de Master System, meu console de infância. De lá para cá, marco ao menos três erros crassos que cometi, verdadeiros vacilos.

Lembrando que a ideia não é falar sobre os jogos que tínhamos quando crianças e anos depois descobrimos ser valiosos, mas sim os vacilos que demos já quando colecionadores. Vamos lá:

1º – Ninja Gaiden Trilogy e Uma Permuta… Infeliz

No final dos anos 90, começo dos anos 2000, o Camelódromo de Balneário Camboriú era minha fonte de jogos para Nintendo 64. Existiam diversas barracas de jogos que traziam os cartuchos do Paraguai, a preços melhores que os praticados pela Gradiente aqui.

Uma delas apareceu com uma penca de jogos de SNES loose, acredito que de alguma locadora perdida que o dono tenha comprado o estoque. Dentre os jogos, decidi pegar Ninja Gaiden Trilogy, já que adorava o Ninja Gaiden de Master System quando era moleque, e, bem, eram 3 jogos em um, baita negócio, certo?

Negócio fechado, então: R$ 30,00 pelo Ninja Gaiden (label perfeita) e um Castlevania Symphony of the Night piratinha pra rodar no emulador e matar a inveja de quem jogava no PSX.

Passam os anos… a locadora aqui de minha cidade está começando a se desfazer dos jogos de SNES que tem, muitos originais, para embarcar de vez na geração PS2. Bem, tô com o Ninja Gaiden ali bonitinho, parado, quase nunca usado, resolvo ir lá propor de trocar por outro jogo que eu vá jogar mais. Alguns jogos que eu me recordo que a Locadora tinha, originais, e hoje valem uma fábula: Sunset Riders, Metal Warriors…

Qual eu escolhi e fiz a troca?

Um Super Mario All-Stars todo ferradaço, com label rasgada, iniciais da locadora gravadas em ferro de solda e tudo. Mas era um jogo que a Locadora tinha repetido e, bem, era Mario né, garantia de jogo bom, troquei todo feliz e joguei bastante. Algum tempo depois a Locadora fechou, os donos se mudaram, e o estoque de jogos, só Deus sabe.

Anos depois, quando me envolvi mais com colecionismo, resolvi ver a lista de jogos raros de SNES, os jogos mais raros e caros.

Se você está lendo isso aqui, já deve imaginar o aperto enorme no coração…

E pior, o cartucho de All-Stars simplesmente evaporou nesses anos.

Em resumo, meu Ninja Gaiden Trilogy original e perfeitinho acabou sumindo na fumaça, em manobra digna do nosso Ryu Hayabusa.

2º – Avalanche de Million Sellers e a Oportunidade Perdida

O segundo arrependimento também tem como cenário o camelódromo de Balneário Camboriú.

Quem é da região e frequentava deve recordar que, ali por 2002-3, as barracas foram INFESTADAS por dezenas de jogos de SNES lacrados, novos, da coleção Million Seller.

Praticamente todas as barracas tinham cartuchos novos, aos, magotes dos clássicos Nintendo:

  • Super Mario World;
  • F-Zero;
  • The Legend of Zelda: A Link to the Past;
  • Donkey Kong Country 1, 2 e 3;
  • Super Mario Kart;
  • Super Metroid;

Outros jogos menos cotados também eram presença garantida: Space Invaders, Vegas Stakes, Tetris & Dr. Mario.

O preço por cada jogo aí, novo, lacrado, na caixinha? R$ 50.00 cada. Cinquenta mangos.

Embora eu já curtisse jogo retrô e tivesse condição de comprar mais, cai no erro de acreditar que essa oferta persistiria por mais tempo, que seria o “novo normal”, digamos assim.

Acabei comprando “só” Link to the Past (comigo até hoje – pelo menos isso!), mas deixei de lado todo o resto.

Com o tempo, obviamente, os cartuchos foram sumindo, vendidos ou dando lugar aos jogos dos sistemas mais modernos. Já o preço, foi disparando, disparando, disparando… E hoje um Zelda ou Donkey Kong original, lacradinho, a 50 mangos, só na lembrança e no arrependimento mesmo.

3ª – O Sol

Por fim, uma que me dói o coração de verdade, porque é relativamente recente e eu não tinha desculpa nenhuma para ter ignorado.

Nos primeiros 15 anos de coleção, os jogos ficavam no meu (então) quarto, na casa dos meus pais. Há uma janela inteiriça para a sacada, e o sol batia direto, sem proteção.

E por anos os jogos ficaram assim, pegando sol, sem que eu me preocupasse em preservar de algum jeito.

As consequências foram óbvias: As cores “quentes” (vermelho, roxo, amarelo, etc) das caixas foram desbotando.

O dolorido é que isso aconteceu quando eu já tinha noção de conservação, de cuidado. Por ignorância, não dei valor a esse cuidado tão óbvio, e o resultado é que hoje tenho cartuchos de Master e SNES em perfeito estado de conservação, completos, mas que a cor da lateral está desbotada, descolorida, por conta de uma burrice/descaso injustificável.

Como diria Pedro Bial, mas no filtro solar, acredite…

Enfim, estes são três pequenos vacilos durante esses quase vinte anos de coleção. Se a consciência ainda pesa, ao menos também serviram de aprendizado para o futuro.

E você, qual seu lamento no colecionismo?

4 anos de RetroSC

Exatamente no dia de hoje, há 4 anos, o grupo RetroSC foi fundado.

Em mais um aniversário, a satisfação em poder estarmos juntos daqueles que compartilham do mesmo hobby, do mesmo entusiasmo; de poder termos realizado eventos, onde o sorriso no rosto de todos que neles participaram, ficou evidente; de levar o nome de nosso estado ao cenário retro nacional, até alguns anos atrás, praticamente ignorado.

Muito ainda vamos fazer. Muito ainda podemos melhorar. Cabe a cada um de nós, participarmos, sugerirmos e colaborarmos mais.

Parabéns a todos nós, pela construção do RetroSC !